Arquivo de abril de 2009

iPhone OS 3.0 SDK: vale a pena investir?

terça-feira, 28 de abril de 2009

Desde 93 trabalho como desenvolvedor de sistemas. Já trabalhei em empresas de diversos tamanhos, e com várias linguagens, e nos últimos 6 anos tenho trabalho com java e suas inúmeras siglas.

Mas em Outubro de 2008 decidi que era hora de começar a investir meu pouco tempo livre em algo que fizesse sentido pra mim, que me desse vontade de levantar todo dia, sentar no computador e criar, como eu fazia quando comecei a me aventurar em programação, por volta de 84.

E o motivo desse despertar foi o SDK do iPhone 2.0. Eu já havia programado para o Mac OS X e conhecia um pouco de Objective-C e de Cocoa, o framework da Apple, mas nunca tinha me empolgado o suficiente para encarar esses projetos com maior seriedade. Mas com o iPhone foi diferente. Do momento que eu peguei meu primeiro iPhone, em Setembro de 2007, eu sabia que tinha algo especial nas mãos. E foi exatamente o que aconteceu quando decidi desenvolver meu primeiro game para ele.

Para quem a um bom tempo resolveu aceitar os inúmeros arquivos XML de configuração, e a sopa de frameworks do Java, entrar em contato com a coleção de frameworks do iPhone foi como entrar num mundo mágico, aonde as funcionalidades que você quer estão à poucas linhas de código de distância, e seu acesso é simples e intuitivo, apesar do resultado ser muito profissional, deixando que o desenvolvedor se concentre no seu projeto e não nos detalhes internos do sistema operacional ou da linguagem. Minha empolgação foi tanta, que após o meu primeiro projeto, uma coleção de querbra-cabeças temáticos feito num tempo muito menor do que eu imaginava, tracei meus planos para largar meu emprego como desenvolvedor Java ainda no primeiro semestre desse ano, e me dedicar somente à aplicações para o iPhone.

E eu não sou o único vendo isso. O iTunes App Store tem hoje 25.000 aplicações, com apenas 8 meses de vida. E as aplicações vão desde ferramentas de negócios da Oracle e jogos da Electronic Arts até aplicações de desenvolvedores solitários, como eu, apostando nesse mercado ou simplesmente se divertindo.

A Apple vendeu mais de 30 milhões de equipamentos com iPhone OS, somando-se os iPhones e os iPod touches, mas isso não bastou para a Apple, e na semana passada ela apresentou o que será disponibilizado para os desenvolvedores no verão (Norte Americano), com a versão 3.0 do iPhone OS. No final da apresentação, uma lembrança me veio a mente: o comercial do Macintosh no Superball de 84, que dizia “Em Janeiro de 1984 a Apple apresentará o Macintosh. E você verá porque 1984 não será com ‘1984’”, citando o livro de George Orwell “1984”.

À muitos anos eu não via algo aparecer no mundo da tecnologia que abrisse uma porta tão grande para desenvolvedores e mesmo para o usuário final. Com o iPhone OS 3.0 a Apple transformará novamente o modo como olhamos para esses equipamentos. Em 2007, quando o iPhone saiu, muita gente, inclusive “gênios” como Steve Balmer, da Microsoft, Michael Dell, da Dell Computers e Ed Colligan, da Palm zombaram o iPhone e a iniciativa da Apple de entrar nesse mercado. E a Apple simplesmente mudou a indústria de telefonia móvel, fazendo todas as empresas da área repensarem seus projetos e copiarem o design do iPhone.

Agora o iPhone OS 3.0 elevará o dispositivo à um novo patamar, transformando-o em um video-game portátil sem igual, em uma ferramenta de trabalho altamente customizavel, podendo se conectar à inúmeros equipamentos eletrônicos, à um computador pessoal altamente confiável e ao que mais se possa imaginar.

A Apple decidiu liberar todo o potencial do iPhone, com todas as suas funcionalidades, para que os desenvolvedores possam criar tudo o que imaginarem. Todas as funcionalidades que ainda não estavam oficialmente liberadas no framework estarão lá, com a mesma facilidade de utilização do restante. Eu me arrisco a dizer que depois de Julho desse ano, o céu será o limite para quem decidir embarcar nessa viagem.

E como acontece hoje, tudo isso estará disponível para qualquer desenvolvedor, grande ou pequeno, disposto a tirar seus projetos e sonhos da gaveta e investir. A hora é agora, e só depende de cada um acreditar!

por:  Ivan Salina Fernandes

Oracle compra Sun … E agora José?

segunda-feira, 20 de abril de 2009

http://computerworld.uol.com.br/negocios/2009/04/20/aquisicao-da-sun-coloca-a-oracle-no-centro-do-mercado-de-hardware/

atropelamento

Eu, eu, eu, MySQL se deu mal?

Aula de Python grátis

segunda-feira, 20 de abril de 2009

O Vicente postou no Twitter este link com aulas de Python gratuitas.

A proposta:

Você quer aprender uma linguagem de programação nova? Está afim de automatizar algumas funções do computador? E que tal uma linguagem simples e poderosa? Que tal uma linguagem que pode começar com simples scripts e se tornar até programas em GTK? Gostou da idéia? Então você está pronto(a) para começar a aprender Python!

O curso me pareceu bem caprichado, se quiser experimentar acesse: http://infog.casoft.info/

Humor: Kamasutra do suporte técnico

quinta-feira, 16 de abril de 2009

kamasutradotecnicoinf

fonte: FernandoQuadro

Efetividade.net: Seja positivo: aprenda a dizer não!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

O título deste artigo parece uma contradição? Na minha opinião, pessoas que não sabem como dizer “não” a um pedido que não pretendem atender causam muitos problemas a si mesmas e aos outros, devido a não ter desenvolvido esta capacidade – que muitas vezes é realmente complicada.

Dizer “sim” quando deveria dizer “não” pode sobrecarregar você, lotar sua lista de pendências com itens que não deveriam estar lá e, o que é pior, reduz sua eficiência para fazer o que você deveria (e desejaria) estar fazendo – podendo até mesmo levá-lo a ter dificuldade de dizer “sim” a um pedido posterior, devido à sobrecarga existente.

Além disso, a sobrecarga causada pelo seu bloqueio ao “não” pode prejudicar as próprias pessoas a quem você disse “sim” indevidamente, quando a sobrecarga faz com que você, quase inevitavelmente, atrase ou deixe de entregar o que prometeu a elas sabendo que teria dificuldade em atender. E esse prejuízo causa frustração e rejeição, de ambas as partes, além de fazer com que você deixe de ser levado a sério.

…mas também saiba dizer “sim”

Dependendo da sua posição ou papel, pode ser difícil dizer não, especialmente se não houver uma justificativa externa. Mas quem diz “sim” nas horas certas tende a ter resultados de produtividade que ajudam a justificar os frequentes “nãos”.

Ser assertivo, afirmando clara, objetiva e categoricamente suas posições, é uma característica mais valorizada em uma equipe quando o seu portador não a confunde com ser agressivo nem com ser “do contra”. É necessário levar em conta as circunstâncias e as posições dos demais envolvidos, e ter a habilidade de se expressar na hora certa, e usando a forma mais apropriada – especialmente na hora de dizer não.

Reinaldo Polito explica como fazer

Quando você se depara com uma situação com a qual não concorda, ou recebe um pedido que não deve (ou não pode) atender, pode ter de encarar a tentação de dizer imediatamente tudo o que pensa sobre a situação, suas causas, a paersonalidade e o comportamento das pessoas envolvidas. Isso não é assertividade: é grosseria, e geralmente não melhora a situação geral.

Reinaldo Polito, que há anos é um autor muito procurado no que diz respeito a comunicação e expressão, dá algumas dicas sobre como se portar na hora de intervir ou dizer não. Reproduzo:

  • “Durante a conversa você deveria falar de maneira firme, sem hesitações, para deixar claro que o assunto é importante. Entretanto, repito, sem agressividade.”
  • “Nessas circunstâncias é muito importante, embora seja difícil, não demonstrar nervosismo ou descontrole emocional.”
  • “Fale sem desviar os olhos do interlocutor. Evite esfregar nervosamente as mãos. Não grite nem segure a voz na garganta.”
  • “Escolha o lugar certo. Esse tipo de conversa não pode ocorrer diante de outras pessoas, nem em lugares inadequados como corredores ou elevadores. Muito menos por telefone. (…) Procure falar também em um horário com pouca ou nenhuma chance de interrupção.”
  • “Não dê uma de coitadinho. Nada de chororô. Se quiser ser respeitado e ouvido seja firme, olhe na direção do interlocutor sem fugir com os olhos, fale “para fora”, não fique esfregando as mãos ou cruzando e descruzando as pernas nervosamente. Mostre que você tem razão.”

No ambiente profissional

Dependendo do seu papel ou de suas obrigações e responsabilidades, há tarefas ou pedidos corretos que você não pode simplesmente recusar. Mas quando você pode, seja direto e concreto. Nada de “veja bem” ou “te respondo amanhã” – não é não, e – a não ser que a solicitação seja fútil – quem está lhe pedindo precisa saber que vai ter de partir para outra alternativa.

Sempre ajuda se você puder expor rapidamente a razão do não – mas sem “coitadismo”, nem desculpas (como já vimos no artigo “Liderança e motivação: quer ser levado mais a sério?“). Também evite a justificativa com base em posição hierárquica ou de poder, ou fugir de apresentar uma posição clara. Assuma claramente que está dizendo “não”, exponha suas prioridades e obrigações e, se possível, apresente alternativas ou oportunidades.

Em especial, mantenha a sua posição, a não ser que haja uma mudança de circunstância. Não diga “não” só para dar um susto ou para se enganar – se disser que não pode fazer algo, realmente não faça. Se disser que vai fazer, faça, no prazo e na qualidade esperados. Mantenha sua palavra para ser levado a sério.

Um caso à parte é o do assédio moral, em que dizer “não” pode ser insuficiente. O assédio moral geralmente acontece devido a abuso do poder pela autoridade, e pode provocar um cenário de discriminação dentro da organização, eventualmente culminando no fim da relação de trabalho e emprego. Se for o seu caso, saiba dizer não, mas procure também outras formas de lidar com a situação, sem abrir mão da ética profissional!

Dizendo “não” em projetos

No artigo anterior “As muitas formas de dizer “não” em um projeto“, já tratei sobre 5 maneiras de dizer “não” durante o andamento de um projeto.

Claro que elas devem ser reservadas apenas para quando não se pode dizer “sim”, e sempre sabendo dos riscos que podem gerar ;-)

No andamento de um projeto, dizer “não” é uma arte e um talento que o responsável estratégico ou tático por projetos precisa desenvolver e cultivar, para o bem de sua equipe e mesmo de seus resultados. E saber só usar nos momentos corretos, para poder dizer “sim” ao que de fato é estratégico e crítico.

Saiba lidar com as conseqüências

Toda ação gera reação, e os relacionamentos humanos (inclusive os profissionais) usualmente são vias de mão dupla. Quando você disser “não” e seu interlocutor esperava um “sim”, deve saber que isso pode trazer consequências no futuro.

Dizer “não” pode ser um caminho para esclarecer e assumir sua posição, e para afastar diversos incômodos da vida, mas ao mesmo tempo deixará outras pessoas magoadas ou brabas. Trata-se, como quase tudo na vida, de uma oportunidade de escolha, e de um ponto de equilíbrio difícil de atingir.

Mas pode valer a pena tentar, sem se isolar em nenhum dos extremos da escala. Experimente dizer “não” para ser mais positivo!

Fonte: Efetividade.net

RibaFS – Cursos online gratuitos

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Cursos disponíveis

Formação de Analista de Negócio

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Já fiz 1 módulo deste treinamento e vale muito apena!

—– Original Message —–

Sent: Thursday, April 16, 2009 4:13 PM
Subject: [an-br :: 3255] [anúncio] FAN – Próximos Eventos e Novas Praças

Oi Turma,

É só um reforço, já que algumas datas ficaram perdidas no meio de threads sobre outros temas.
  • 25/abr – sábado: rola o 1º Mão na Massa em São Paulo.
    Será o último? Por um bom tempo, acho que sim. Realmente o número de inscritos está muito abaixo das expectativas, mesmo após o adiamento que já ocorreu. Mas agora acontecerá de qualquer maneira.
    Sei que a crise pegou legal e coisa e tal. Adianto aqui que a Tempo Real está bem flexível, aceitando inclusive 3 pagtos. É uma maneira de facilitar, certo? Maiores informações em: http://www.temporealeventos.com.br/?area=131
  • 29/abr e 6/mai: O tradicional par de oficinas FAN – Modelagem e Requisitos, em Sampa.
    Outro evento que, depois desta data, ficará de “molho” em Sampa por um bom tempo. O levarei para outras praças, como os tópicos abaixo mostram. Assim, quem for de Sampa e ainda pretende fazer o ‘par’, aproveite que esta deve ser a última chance deste semestre.
    http://www.temporealeventos.com.br/?area=15
  • 26-27/mai: O par de oficinas FAN, finalmente em minha terra! Ou melhor, na capital de minhas Gerais, Belô!
    Organizado e promovido pela ASSESPRO. Ainda não tenho o link para a página de inscrições, mas podem colocar na agenda queridos conterrâneos. E divulguem para colegas, por favor!
  • 17 e 24/jun: De novo o par de oficinas, mas agora em Porto Alegre.
    Pois é, mais uma capital do Sul. Finalmente! Também não tenho o link. Trata-se de uma promoção conjunta da Tempo Real com uma empresa gaúcha. Por favor, já anotem nas agendas e avisem aos colegas de PoA e região.
Começo amanhã um treinamento fechado em Sampa – toda sexta-feira até junho! Então, colegas de Sampa, acho que teremos 9 oportunidades de marcamos um encontro informal. E, de preferência, etílico. Não digo para amanhã, mas já nas próximas semanas. Vamos combinar?
Atenção: segue minha oferta para colegas que estejam em fase de transição, sem trampo ou coisa do tipo. Para todos nessa situação (inclusive amigos que não estejam no grupo mas sejam da área): FAN na FAIXA! Vale inclusive para o Mão na Massa. Mas, por favor, me avisem com o máximo de antecedência.
Ok? Conto com a colaboração, indicação, divulgação e apoio de todos.
Abraços,
Paulo Vasconcellos

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Já fez sua inscrição no Fórum?

http://pfvasconcellos.eti.br/phpBB3/

Mensagem do grupo AN-BR {Análise de Negócios}.
Para publicar mensagens, mande um email para: an-br@googlegroups.com
Para cancelar sua participação, mande um email para: an-br-unsubscribe@googlegroups.com
Para mais opções, visite a página do grupo: http://groups.google.com/group/an-br?hl=en

Programa de Carreiras de Formação Tecnlógica – IBM e SENAI/SC

quinta-feira, 16 de abril de 2009

IBM – Analista de Suporte Técnico
Local: SENAI/SC – Florianópolis
IBM – Arquiteto de Informação
Local: SENAI/SC – Florianópolis
IBM – Desenvolvedor de Portais Corporativos
Local: SENAI/SC – Florianópolis
IBM – Gerente de Mudança, Configuração e Release (SCM)
Local: SENAI/SC – Florianópolis

ibm

Siglas/Acrônimos mais usados na Internet

quinta-feira, 9 de abril de 2009

“Uma idéia que evoluiu para agilizar a comunicação foi o uso de acrônimos. Como você pode falar mais rápido do que pode digitar, os usuários mais experientes gostam de reduzir frases comuns a algumas poucas letras. Se você encontrar um acrônimo desconhecido, pergunte educadamente o que significa e logo estará com um incrível vocabulário de acrônimos.

Estes são alguns exemplos de acrônimos mais usados em envio de email, batepapo e até mesmo posts em blogs:

ASAP   (As soon as possible – Assim que possível)
BBL   (Be back later – Volto depois)
BRB   (Be right back – Volto já)
FYI   (For your information – Para seu conhecimento)
LOL   (Laughing out loud – Risadas)
ROTFL   (Rolling on the floor laughing – Rolando de rir)
BTW   (By the way – A propósito)
OIC   (Oh, I see – Ah, entendo)
CUL   (See you later – Até depois)
OTOH   (On the other hand – Por outro lado)
GMTA   (Great minds think alike – Pensamos da mesma forma)
IMHO   (In my humble opinion – Na minha modesta opinião)
RUOK   (Are you OK? – Você está bem?)
TIA   (Thanks in advance – Antecipadamente grato)
J/K   (Just kidding – Brincadeirinha)
TTFN   (Ta-ta for now – Tchau por agora)
LOL   (Laughing Out and Loud – Rindo em alto e bom som)
OMG   (Oh my god – Ai meu deus)

Se você lembrou de mais algum que não está na lista, poste um comentário.

Abração,
Wilton Paulo.”

Fonte: GotchaIT

A Cabeça de Steve Jobs – Trechos do Livro

sexta-feira, 3 de abril de 2009

“Oi pessoal,

Segue uma coletânea de itens do livro, o objetivo é mostrar que o livro é bom e vale a pena ser lido.

1) Os ativos da empresa não eram apenas os seus produtos, mas também seus funcionários.

2) Uma das principais estratégias de negocio de Jobs em toda a sua carreira tem sido recrutar as pessoas mais talentosas que puder encontrar.

3) A organização é limpa, simples de se entender, e as responsabilidades estão bem definidas. Tudo fica mais simples. Este tem sido um dos meus mantras – foco e simplicidade.

4) Um dos mantras favoritos de Jobs na Apple é: “Foco significa dizer não”.

5) Mantenha o foco: não de margem ao excesso de funções. Mantenha as coisas simples, o que é uma virtude em um mundo de tecnologia excessivamente complexa.

6) Se alguma coisa for muito difícil de usar, Jobs dá instruções para que seja simplificada. Qualquer coisa que seja desnecessária ou confusa deverá ser removida.

7) As pessoas não sabem o que querem. Como disse certa vez Henry Ford: “Se eu perguntasse a meus compradores o que eles queriam, teriam respondido que era cavalos mais rápidos”.

8) Patrick Whitney, diretor do Instituto de Design de Tecnologia de Illinois, a maior faculdade de design dos Estados Unidos, disse que os grupos de usuários não são adequados à inovação tecnológica.

9) Muitas vezes as pessoas só sabem o que querem depois que você mostra a elas.

10) Como disse o escultor romeno Constantion Brancusi: “Simplicidade é a complexidade resolvida.”

11) Reduzir e reduzir acabou se tornando um exercício, mas isto torna mais fácil a construção, e, para as pessoas, torna mais fácil trabalhar.

12) Inclua todo mundo: O design não é só para designers. Engenheiros, programadores e profissionais de marketing podem ajudar a descobrir como um produto funciona.

13) Jobs é um elitista que acredita que uma pequena equipe nota 10 é muito mais eficiente do que exércitos de engenheiros e designers.

14) Contratar apenas empregados absolutamente geniais e demitir as antas tem sido um dos mais constantes princípios gerenciais de Jobs.

15) As vezes ele diz: ‘Acho que precisamos fazer isto’ – é um teste para ver se alguém irá desafiá-lo. São pessoas deste tipo que ele está procurando.

16) Ele quer parceiros que critiquem suas idéias, e cujas idéias possam ser criticadas por ele, muitas vezes vigorosamente.

17) O segredo de Jobs: não tem importância ser um idiota, contando que você seja apaixonado pelo que você faz.

18) A inovação não tem nada a ver com a quantidade de dólares que você investe em P&D. Quando a Apple lançou o Mac, a IBM estava gastando no mínimo cem vezes mais em P&D. Não é uma questão de dinheiro. É a equipe que você tem, sua motivação e o quanto você entende da coisa.

19) Você precisa de uma cultura muito orientada para produtos, até numa empresa de tecnologia. Muitas empresas têm toneladas de grandes engenheiros e de gente inteligente. Mas é preciso que, no fim, haja alguma coisa que puxe tudo ao mesmo tempo.

20) Criatividade é apenas conectar as coisas.

Abraços a todos,

Abu”

Fonte: blogdoabu.blogspot.com