Archive for the ‘Desenvolvimento’ Category

Adobe AIR - exemplo: Simple Tasks

sábado, abril 19th, 2008

Eu acho que esse novo produto da Adobe tem tudo para dar certo, ta aí uma boa opção para investir seu tempo de estudo. É fato que aplicações no modelo RIA estão em evidência, mas com o ADOBE AIR aparentemente vai ser bem mais simples utilizar o modelo RIA e a curva de aprendizado e agilizadade no desenvolvimento pare ser bem animadora. Instale o Adobe AIR, e o exemplo Simple Tasks:

http://extjs.com/blog/2008/02/24/tasks2/

Depois me diga o que você achou.
Eu aposto várias fichas nessa tecnologia.

Acessibilidade Digital

terça-feira, março 11th, 2008

Pesquisando um pouco na internet achei algumas fontes interessantes sobre acessibilidade digital que eu gostaria de compartilhar com vocês:

http://horaciosoares.blogspot.com/2006/11/um-site-acessvel-para-cegos.html
exemplo do aplicativo que transforma texto em lingua de sinais
Dica de software:

- software que transforma o texto escrito em uma animação para a linguagem brasileira de sinais.

Dica enviada por: Walmar Andrade - www.fatorw.com

- Blog do Professor surdo/mudo Francisco Goulão.

- Grupo de usuários

- Linux para deficientes visuais

SubVersion + Trac = Assembla.com (de graça!)

segunda-feira, fevereiro 18th, 2008

Pesquisando por serviços de hospedagem do TeamSystem/SubVersion (SVN) para projetos não open-source, acabei encontrando este para SVN, Assembla.com, serviço bem interessante, oferece hospedagem SVN + Trac (issue tracking & project management) gratuitamente para pequenas equipes, ou para projetos de uma pessoa só (meu caso). Além disso, possui outras ferramentas, como uma de “Alerts”, que vai te avisando por email das alterações feitas no código fonte, coool! :)

Só criar seu Workspace lá, instalar o TortoiseSVN e dar uma brincada, realmente vale a pena!

[]’s

fonte: http://blog.soczek.net/post/SubVersion-2b-Trac-3d-Assemblacom.aspx

Gerenciando repositórios na faixa

segunda-feira, fevereiro 18th, 2008

  

   

 

Serviço gratuito para desenvolvedores oferece controle de versões via web.

Para quem é desenvolvedor e quer estabelecer controle mais eficaz de versionamento, mas detesta montar serviços como o CVS (Concurrent Versions System), SVN (SubVersion) e Trac, o site Freepository dá uma boa ajuda nessa tarefa. Ele tem esses serviços prontos e bem tranqüilos de configurar.

Na versão gratuita, você pode apenas montar um repositório CVS, acessível somente via web e com 300 MB de espaço. As principais vantagens são o acesso via HTTP com SSL e compartilhamento com outras pessoas. Para isso basta definir uma senha.

Há ainda a possibilidade de baixar o repositório inteiro em tar.gz ou em formato CVS (incluindo os arquivos de descrição). O serviço fornece informações como o tempo de vida do aquivo, versão em que ele se encontra e o número de linhas acrescentadas ou reduzidas de uma versão para outra.

Já na versão Gold, que custa 8 dólares, você pode montar um repositório mais avançado do tipo SVN (Subversion). Então você ganha acesso direto via comandos SVN, suporte a Apache Ant e ainda um Wiki.

Os serviços da Freepository são uma solução ideal para quem precisa compartilhar um projeto com uma equipe de desenvolvedores remotos e não tem tempo e recursos para montar um servidor com tudo isso.

Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz - 15/02/2008 - 14:20
Fonte: http://info.abril.com.br/blog/luizcruz/

Testes automatizados de aplicações web com Selenium

sexta-feira, fevereiro 15th, 2008

Colaboração: Miguel Galves e Odracir Antunes Junior

Data de Publicação: 07 de fevereiro de 2008

Boa parte das aplicações desenvolvidas últimamente são aplicações WEB, e portanto também é fundamental poder fazer testes através do browser, como se fosse um usuário comum operando o sistema. Obviamente isto não exime o desenvolvedor de implementar os testes unitários. Os testes através da camada web devem ser um complemento aos testes mais básicos.

O Selenium é uma ferramenta de para testes de aplicações WEB, distribuída sob a Apache License, Version 2.0 . Temos os seguintes modos de uso do Selenium.

Selenium Core - (Modo direto)

Os testes são efetuados diretamente através do browser. As páginas de teste devem estar hospedadas no mesmo servidor que o programa/site a ser testado. Esta restrição/característica é função da segurança relativa à mesma origem requerida pelo javascript.

Vantagens:

Suporte para todos os browsers

Desvantagens:

  • É necessário a instalação remota no servidor.
  • Possui algumas limitações para testes mais complexos.
  • Pode ter um comportamento irregular quando se testam páginas com ajax, onde é necessário um controle maior do tempo, e/ou seqüencia de eventos. Este comportamento é altamente dependente do engine java script do browser. Dependendo do caso, às vezes pode apresentar falsos erros em função da priorização das atividades, já que tando quem testa quanto quem é testado estão sendo executados sob o mesmo engine java script, e comportamentos concorrentes podem não ser tão previsíveis assim

Selenium IDE - (Modo indireto - Plugin no browser)

Os testes são efetuados através de um plugin instalado no FireFox. Este plugin é um ambiente integrado de desenvolvimento. Permite gravar a navegação do usuário, e depois repeti-la à titulo de teste. Também permite exportar os testes gravados em outros formatos. (Maiores explicações adiante )

Vantagens:

  • A instalação é local e simples.
  • É muito fácil de usar.
  • Permite gravar sessões de teste para uso posterior.
  • Permite exportar as sessões de teste como arquivos fonte Java, C#, Perl, PHP, Python e Ruby, que podem ser usados pelo Selenium RC.
  • Excelente para quem inicia o uso do Selenium.
  • Não é preciso saber programar.

Desvantagens:

  • Funciona como plugin apenas no FireFox.
  • Possui algumas limitações para testes mais complexos.
  • Pode apresentar o mesmo comportamento irregular relatado no item Selenuim Core. (colocar link local para #L1)

Selenium RC - (Modo indireto - Programa de teste + Proxy)

Os testes são efetuados através de um programa, que comanda o browser através de um proxy. Este programa pode ser escrito em Java, C#, Perl, PHP, Python e Ruby.

Vantagens:

  • Permite o uso de verdadeiras linguagens de programação.
  • Permite um controle muito mais apurado do tempo, seqüencia de eventos, etc.
  • É possível importar os testes gerados pelo Selenium IDE.
  • Muito mais flexível e poderoso. Pode evoluir até para grandes suítes de testes, integração contínua, geração de relatórios . Como o programa está nas suas mãos você pode fazer o que quiser!

Desvantagens:

  • A instalação e configuração do ambiente é um pouco mais trabalhosa.
  • É necessário saber programar.
  • Pode ser mais complicado escrever os testes à partir do zero .

Sugestões de uso

  • Instale o Selenium IDE e crie os seus testes básicos.
  • Exporte esses testes como programas (java, por exemplo).
  • Crie um projeto com as suítes de teste para uso com o jUnit.
  • Faça um refactoring nas classes geradas pelo Selenium IDE, pois o código gerado tem muita redundância.
  • Melhor ainda seria arrumar o código para ficar simples como uma mini DSL , mais adequada para a sua aplicação, com chamadas de mais alto nível.

Depois de que automatizamos uma parte dos testes, aquilo que antes levava 4 dias passou a ser feito em apenas 20 minutos! Uma cobertura mais abrangente e confiável! A tranquilidade e a segurança que temos depois que os testes passam após um refactoring , ou mesmo antes de uma entrega do sistema para o cliente, é algo que não tem preço!

Odracir Antunes Júnior é Analista de Sistemas com mais de 20 anos de experiência de desenvolvimento de sistemas em C, C++ e Java. Miguel Galves é Engenheiro de Computação e Mestre em Ciência de Computação pela Unicamp, e editor do blog Log4dev. O texto completo da dica pode ser visto em http://log4dev.com/2008/01/24/testando-aplicacoes-web-com-selenium/

Fonte: dicas-l

Conheci este software quando trabalhei na Navita em 2004, realmente é bom… vale a pena

Acessibilidade: urgente e necessária!

quarta-feira, fevereiro 13th, 2008

“Alguns assuntos são tratados com maestria por um sem-número de profissionais, é sempre admirável observar isso. Porém, assuntos como acessibilidade devem ser exaustivamente relatados, observados, repassados de todas as maneiras possíveis.

Nas minhas andanças pela web, descobri um avaliador de acessibilidade (ASES) disponibilizado pelo governo federal eletrônico em conjunto com a Sociedade Acessibilidade Brasil, nos blogs de Cristian Tretin (web para todos) e, posteriormente, no blog de Marcelo Torres.

O ASES é uma ferramenta open source (código aberto, ou seja, permite a melhoria contínua por qualquer desenvolvedor que queira ajudar), seguindo uma tendência inaugurada pelos softwares e distribuições LINUX.

Neste blog, publico sempre conteúdo inédito, normalmente evito assuntos já abordados por outros blogs. Neste caso, porém, a idéia é justamente contrária: acessibilidade e orientações de como testar ou criar conteúdo acessível devem ser divulgadas por todos os blogs relacionados com o tema, expandindo e fazendo a informação chegar para todos os desenvolvedores, estudantes e profissionais envolvidos com web, de alguma forma.

O ASES é uma ferramenta excelente, permitindo o test-drive de seus sites e blogs no ítem acessibilidade. Munido das informações sobre os pontos fracos de sua aplicação web, fica muito mais fácil a melhoria da mesma, corrigindo erros e solucionando problemas.
Várias mudanças serão efetuadas, progressivamente, neste blog, devido aos resultados obtidos pelo ASES.

Confira seus principais recursos, de acordo com o site oficial:

  • Avaliador de acessibilidade (e-MAG e WCAG);
  • Avaliador de CSS;
  • Avaliador de HTML (4.01 e XHTML);
  • Simuladores de leitor de tela (tempo) e Baixa visão (daltonismo, miopia, catarata);
  • Ferramenta para selecionar o DocType, conteúdo alternativo, associador de rótulos, links redundantes, corretor de eventos e preenchimento de formulários

Definições básicas dos termos citados:
a) e-MAG: modelo de acessibilidade do governo eletrônico, atendendo as exigências do decreto 5.296, sobre acessibilidade.

b) CSS, HTML, XHTML: saiba mais neste artigo, aqui do blog.

c) Leitor de tela: software especialmente desenvolvido para leitura do conteúdo dos textos de um computador, inclusive website. Ao se escrever um código de acordo com os padrões e normas de acessibilidade, o leitor cumpre sua missão de maneira muito mais eficaz.

E por falar em leitor de tela, sugiro o download deste aqui:
http://www.nvda-project.org/download.html

Trata-se de uma excelente ferramenta freeware que lê o conteúdo do monitor, utilizando a tecnologia de voz sintetizada. Instale e experimente como suas aplicações web são interpretadas por ele, não deixe de melhorar, sempre!

Aguardem mais artigos sobre este tema importantíssimo!

Grande Abraço!”

Fonte: Fabiano Pereira

Zend Framework 1.5 preview Lançado!

quinta-feira, fevereiro 7th, 2008

Foi lançado a versão preview 1.5 do ZF. E está com grandes novidades, vamos ver:

  • Novo Zend_Form com suporte para formulários com AJAX
  • Novos actions e helpers com facilidades para AJAX requests e responses
  • Novos recursos para o Lucene
  • Novo Zend_Layout que ajuda na criação de layout
  • Suporte para UTF-8 em PDFs
  • Suporte ao Technorati, SlideShare e outros como serviços
  • Mudanças e soluções de outros problemas

Lembrando que esse release não é para ser usado na produção, apenas em testes pois ainda não está completamente estável.

E aí, o que você gostou dessa nova versão? Já testou? Está estável, bugada?

Faça download agora!

Fonte: Felipe Tonello

Gerando documentação com o Doxygen

quarta-feira, fevereiro 6th, 2008

“O Doxygen é um sistema de documentação para C, C++, Java, C#, Python e outras linguagens. Com ele é possível gerar documentação em HTML, RTF, PostScript, PDF e até man pages.”


doxygen.png
Essa dica veio através do meu amigo Felipe Farias, que me enviou o link do site do Daniel, que contém um excelente tutorial para quem precisa gerar documentação do seu código de uma maneira fácil e eficiente.

Com apenas poucos comandos, é possível ter uma página web com toda a documentação do seu código, e a maneira de documentar o código para o doxygen é muito parecida com a utilizada pelo JAVADOC.

Fica ai mais uma dica, que vale a pena conferir.

Fonte: Daniel Matte Freitas