Arquivo da Categoria ‘Profissionalismo’

RED HAT REALIZA EM SEIS CAPITAIS ROADSHOW DE IMERSÃO NAS PLATAFORMAS RED HAT ENTERPRISE LINUX E JBOSS

sábado, 8 de agosto de 2009

Começando por Brasília e passando por Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Florianópolis e São Paulo, evento visa apresentar as diversas tecnologías e novidades da empresa.

A Red Hat, Inc. (NYSE:RHT), líder mundial em soluções open source, realiza  no mês de agosto, o “Red Hat Roadshow 2009”, em seis capitais do Brasil. Começando por Brasília, no dia 4 de agosto, o evento destinado a parceiros e clientes visa apresentar as tecnologías e novidades da empresa, e casos prácticos de uso das mesmas.

O Roadshow terá duas tracks acontecendo em paralelo. Uma será voltada para infraestrutura e tratará da plataforma Red Hat Enterprise Linux com virtualização integrada, uso dos sistemas de gerenciamento Red Hat Network (RHN) e RHN Satellite e recursos para garantir a estabilidade dos sistemas com soluções de alta disponibilidade, todas integradas à plataforma Red Hat Enterprise Linux.  Também será feita uma demonstração das  tecnologias de Virtualização Red Hat (XEN, KVM, VDI, Gerenciamento e Provisionamento) e como se valer das mesmas para reduzir custos e incrementar performance dos sistemas virtualizados

A segunda track trata das soluções de middleware, com overview da plataforma JBoss Enterprise Middleware, incluindo principais casos de uso, benefício, SOA e desenvolvimento de aplicações. Também será feita uma apresentação sobre as melhores práticas e casos de sucesso com SOA, e uma segunda palestra de imersão prática nas demais soluções JBoss.

“Queremos proporcionar aos nossos parceiros e clientes de todo o Brasil a oportunidade de se aprofundarem nas inovadoras soluções de infraestrutura e desenvolvimento open source da Red Hat e da sua divisão JBoss, as quais têm auxiliado várias empresas a superarem seus desafios tecnológicos”, comenta Alejandro Chocolat, country manager da Red Hat Brasil.

O roadshow tem início no dia 4 de agosto em Brasília, das 8h30 às 17h00. Na seqüência, o evento segue para o Rio de Janeiro (05/08); Belo Horizonte (06/08); Porto Alegre (11/08); Florianópolis (12/08) e São Paulo (13/08).

Mais informações sobre o Red Hat Roadshow 2009 estão disponíveis no hotsite http://www.redhatroadshow.com.br/2009/index.html

Agenda:

Red Hat Roadshow 2009

Brasília
Data: 04/08/2009
Local: MERCURE LÍDER
Endereço: SHN Quadra 5 Bloco I – Asa Norte

Rio de Janeiro
Data: 05/08/2009
Local: SHERATON BARRA
Endereço: Avenida Lúcio Costa 3150 – Barra da Tijuca

Belo Horizonte
Data: 06/08/2009
Local: OURO MINAS
Endereço: Av. Cristiano Machado, 4001

Porto Alegre
Data: 11/08/2009
Local: SHERATON PORTO ALEGRE
Endereço: Rua Olavo Barreto Viana 18 – Moinhos do Vento

Florianópolis
Data: 12/08/2009
Local: MERCURE LINDACAP
Endereço: Rua Felipe Schmidt, 1.102 – Centro

São Paulo
Data: 13/08/2009
Local: AMCHAM
Endereço: Rua da Paz, 1431 – Chácara Santo Antônio

Sites
Red Hat Brasil — www.br.redhat.com
Red Hat Roadshow 2009  —  http://www.redhatroadshow.com.br/2009/index.html

Dica recebida pelo meu amigo Fabricio Tomasi

Programa de Carreiras de Formação Tecnlógica – IBM e SENAI/SC

quinta-feira, 16 de abril de 2009

IBM – Analista de Suporte Técnico
Local: SENAI/SC – Florianópolis
IBM – Arquiteto de Informação
Local: SENAI/SC – Florianópolis
IBM – Desenvolvedor de Portais Corporativos
Local: SENAI/SC – Florianópolis
IBM – Gerente de Mudança, Configuração e Release (SCM)
Local: SENAI/SC – Florianópolis

ibm

SEBRAE oferece cursos com ensino a distância

quarta-feira, 12 de março de 2008

O Sebrae Amazonas oferece, gratuitamente, cursos de educação à distância via internet na área de Marketing Pessoal, Técnicas de Negociação, Informática Aplicada ao Plano de Marketing e Pregão Eletrônico. As inscrições já estão disponíveis no portal http://ead.am.sebrae.com.br. São, ao todo 600 vagas distribuídas entre os quatro cursos. De acordo com a diretora técnica do Sebrae Amazonas, Maria José Alves, o ensino à distância é destinado a pessoas que busquem aperfeiçoamento profissional de forma prática, rápida e com economia de tempo e custo.

A um clique de Yale

sexta-feira, 7 de março de 2008

Fonte: Revista VEJA

As melhores universidades do mundo oferecem
cursos na internet – sem cobrar nada


Marcos Todeschini

Erik Jacobs/The New York Times
O professor Walter Lewin, do MIT: suas aulas de física são campeãs em acessos

O holandês Walter Lewin, 72 anos, é reconhecido no mundo acadêmico como um dos mais influentes físicos nucleares da atualidade. Entre algumas de suas contribuições à ciência, Lewin participou do desenvolvimento de uma tecnologia de raio X que permitiu enviar ao espaço os primeiros balões para mapear a superfície terrestre, no fim da década de 60. Ele é também professor de um dos cursos mais procurados pelos estudantes do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos. Para vê-lo em ação – Lewin atraca-se a pêndulos e inunda salas de aula para demonstrar princípios da física – não é mais preciso ir tão longe nem desembolsar um centavo de dólar sequer. Suas aulas, devidamente filmadas, estão disponíveis na internet (veja os endereços virtuais). Às dúvidas sobre a matéria, ele responde por e-mail. O caso de Lewin ajuda a ilustrar um fenômeno bem maior. Hoje circulam na internet cursos de nível superior dados por outros 5.000 professores de 200 das melhores universidades do mundo, todos na íntegra e de graça. O número chama atenção: três anos atrás, não havia nenhum. Nessa nova modalidade de educação a distância, ninguém ganha diploma no final, mas qualquer um passa a ter livre acesso ao supra-sumo da produção acadêmica, daí sua relevância. Diz o professor Lewin, o campeão em visitas virtuais – 1 milhão, só no ano passado: “Como físico, nunca fui tão popular”.

Nas últimas quatro décadas, especialistas do mundo todo se lançaram num infindável debate sobre as melhores formas de tornar o computador uma ferramenta útil ao aprendizado – e, nesse meio tempo, ele chegou às salas de aula e passou também a se prestar à educação formal a distância. Com a atual circulação na internet dos cursos oferecidos por universidades de tão alto padrão acadêmico, dá-se um passo adiante por duas razões. Primeiro, tais cursos contribuem para elevar o nível da própria rede, cuja qualidade das informações foi recentemente aferida por meio de uma pesquisa coordenada pelo professor Steve Carson, do MIT. Com base em uma amostra dos 5.000 sites mais acessados nos Estados Unidos, o estudo concluiu que apenas 10% deles divulgam dados com alguma espécie de embasamento científico. Do ponto de vista acadêmico, portanto, 90% das informações em circulação não interessam.

Outro aspecto positivo dos cursos em questão está justamente na sua informalidade. Eles constituem uma preciosa fonte de conhecimento para gente sem tempo, dinheiro ou mesmo ambição para engatar um curso tradicional. Em alguns casos, ajudam inclusive a lapidar o currículo. Para o analista de sistemas Marcos Paulo Serafim, 29 anos, assistir na internet às aulas do professor Richard Muller, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, foi decisivo. Ele queria fazer uma especialização em matemática aplicada, mas lhe faltavam os rudimentos da física, um pré-requisito para a matrícula. Com uma rotina de trabalho puxada, concluiu o curso de Berkeley à noite, de sua casa, em Orlândia, no interior de São Paulo. E conseguiu, assim, ingressar na tal especialização. “Em toda a minha vida de estudante, nunca tive aulas tão boas”, diz Serafim. O físico Richard Muller, por sua vez, aparece na lista dos dez professores mais populares na rede. Com seu curso, ele atraiu alunos de 79 países – e uma editora. Em abril, um livro baseado em suas aulas será lançado no mercado americano. Ele resume: “A internet está se prestando a um papel fundamental, o de despertar novo interesse para os assuntos da sala de aula”.

Uma pesquisa da universidade americana de Yale, outra a aderir às aulas gratuitas na internet, traçou um detalhado perfil de quem chega ao final desses cursos. Há, basicamente, dois grupos. O primeiro, mais previsível, é composto de pessoas em busca de aprimoramento na educação formal. O outro grupo chama atenção por reunir gente sem nenhuma conexão direta com o tema das aulas. São sociólogos em cursos de química e matemáticos nos de arquitetura. O número surpreende: eles representam 75% dos novos estudantes na rede – e acompanham as aulas com o único propósito de “expandir os horizontes intelectuais”. Essas pessoas, não há dúvida, têm suas expectativas plenamente atendidas com o acesso irrestrito a algumas das melhores aulas dadas hoje em universidades. Tais cursos, no entanto, não substituem os convencionais. Neles, os estudantes não participam de aulas práticas, tampouco têm contato direto com os professores – dois dos pressupostos básicos para uma boa educação formal. Para remediar isso, alguns dos professores se prontificam a responder a questões por e-mail, incluem no site a indicação de livros e exercícios e ainda promovem encontros on-line, como faz o professor de filosofia Hubert Dreyfus, também de Berkeley. “Para mim é uma surpresa o fato de tanta gente de formação tão distinta querer saber tudo sobre Platão e Aristóteles. Há muito tempo não me divertia tanto como professor.”

Em comum, a primeira safra desses cursos on-line gratuitos não conta com nenhuma espécie de adaptação para a internet – as aulas aparecem na rede tal qual são apresentadas aos estudantes na universidade. Foram simplesmente filmadas. Professores como Dreyfus, de Berkeley, e Lewin, do MIT, contam que ensaiam um pouco em casa, e é só. As universidades costumam colocar na rede os cursos básicos de cada área. O objetivo é atrair mais gente. Para elas, oferecer aulas gratuitas na internet é também uma maneira de divulgar seus nomes, dentro e fora dos respectivos países. Funciona. No MIT, por exemplo, 20% dos novos estudantes dizem ter optado pela universidade depois de assistir a algumas das aulas virtuais gratuitas – e tê-las aprovado. Diante dessas e de outras evidências de sucesso da fórmula, o MIT já anunciou a duplicação do número de cursos on-line em vídeo em 2008. É uma tendência geral entre as demais universidades – e, certamente, uma ótima notícia para quem ambiciona aprender com os melhores do mundo.

Os cursos na rede

Cada universidade tem um site próprio, por meio do qual é possível assistir a milhares de aulas das mais diferentes áreas do conhecimento. Eis os endereços de cinco dos mais acessados:

Universidade Yale
http://open.yale.edu/courses

Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT)
http://ocw.mit.edu

Universidade da Califórnia, em Berkeley
http://webcast.berkeley.edu

Universidade Stanford
http://stanfordocw.org

Instituto de Tecnologia de Paris
http://graduateschool.paristech.org

 

Uma aula exemplar

Astro 160 na Universidade Yale com o professor Charles Bailyn

AP
Chandrasekhar: Nobel cinqüenta anos mais tarde

“Se os buracos negros não emitem luz, como podemos saber que eles estão mesmo lá?” Assim começa a aula do professor Bailyn que pode ser vista no endereço http://open.yale.edu/courses/astronomy/frontiers-and-controversies-in-astrophysics/sessions/lecture08.html.

É longa, mas vale a pena para quem entende bem inglês mesmo que tenha apenas conhecimento básico de astrofísica. O ritmo da aula é veloz, o único meio auxiliar é um retroprojetor, mas a lógica é tão cristalina que é possível acompanhar os ensinamentos. Bailyn explica que os buracos negros são invisíveis, mas entregam sua existência e posição pela interferência gravitacional que exercem sobre os outros corpos celestes a sua volta. Ele rabisca fórmulas já conhecidas e vai trocando as transparências até chegar ao ponto fulcral da aula, que, no caso, é a chamada “velocidade de escape”, derivada da lei da gravidade de sir Isaac Newton. A aridez do tema é apenas aparente.

Bailyn explica que, para escaparem da gravidade, os foguetes, partindo da superfície, precisam acelerar até atingir certa velocidade, que varia, principalmente, em relação à massa dos planetas. Na Terra essa velocidade é de cerca de 11,2 quilômetros por segundo, em Marte, 5 quilômetros por segundo. Então, uma surpresa… A fórmula vale para qualquer objeto massivo, até para… o corpo humano. Ele faz então o que chama de “cálculo anti-Dia dos Namorados”, ou seja, a velocidade necessária para escapar da atração gravitacional de um ser humano com 100 quilos de peso (100, para facilitar – o cálculo, claro, não o namoro). Essa velocidade é de 1 metro por hora. Observa ele: como as garotas e os garotos se movem bem mais rapidamente do que isso, está explicado por que os “seres humanos não ficam sempre grudados”. Simples, lúdico, fácil de entender.

A aula caminha sempre entrecortada por comentários engraçados e pertinentes. Quando se dão conta, os alunos já aprenderam que os buracos negros não emitem luz porque são corpos de massa tão grande que neles a velocidade de escape é maior ou igual à velocidade da luz. Antes do final, uma informação histórica vital para entender o ciclo de nascimento, vida e morte das estrelas. Bailyn se refere aos cálculos do astrofísico indiano Subrahmanyan Chandrasekhar, que explicou por que os objetos 1,4 vez maiores do que nosso Sol, ao cabo de bilhões de anos, esgotam sua energia e desmoronam para dentro em um colapso final que os transforma em buracos negros. Os cálculos de Chandrasekhar contrariavam a teoria prevalente e, como não puderam ser refutados, provocaram um pesadelo. Seu mestre, um famoso e reputado astrônomo chamado Arthur Eddington, reagiu com desdém ao feito do pupilo indiano. “Não existe a menor possibilidade de isso estar certo. Deve existir alguma lei da natureza que impeça uma estrela de se comportar de maneira tão estúpida.” Subrahmanyan Chandrasekhar estava certo e ganhou o Prêmio Nobel cinqüenta anos mais tarde. A aula de Bailyn termina e deixa os alunos com aquele gosto de quero mais.

Ebooks de graça

domingo, 17 de fevereiro de 2008

 http://www.ebookswide.net/

 http://www.icone.com.br/downloadlivre/EBook/

Palavras mais comuns em inglês

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida

Data de Publicação: 02 de Outubro de 1997

Esta dica, embora não estritamente relacionada com administração de computadores, pode ser muito útil para quem precisa lidar no seu dia a dia com uma literatura predominantemente em inglês.

Qualquer profissional de informática que não consiga ao menos ler textos em inglês sofre sérios impedimentos no exercício diário de sua profissão.

A boa notícia é que a leitura, e apenas a leitura de textos em inglês, é uma habilidade que pode ser desenvolvida em um espaço de tempo relativamente curto. A leitura pode ser aprendida independentemente do aprendizado da fala, da escrita e da audição.

Para aprender a ler em inglês o aluno deve dominar alguns rudimentos da estrutura da língua. Este domínio é passivo, ou seja, é necessário apenas que se saiba identificar as estruturas para obter a compreensão da mensagem.

E o vocabulário, que é a preocupação maior de todos, não constitui impedimento algum no domínio do idioma. A língua inglesa e a portuguesa possuem diversos elementos em comum. Os cognatos, palavras com origens no latim, como por exemplo a palavra “impossible”, ou “impossível”, são facilmente identificáveis. Os cognatos respondem por 20% de todos os termos encontrados em textos técnicos.

Eu estou enviando para vocês alguns fatos interessantes de um trabalho que realizei com a coleção de livros online mantida pelo Projeto Gutenberg.

O Projeto Gutenberg é uma iniciativa que tem por objetivo disponibilizar em formato eletrônico livros cujo direito autoral já tenha expirado.

Até hoje já foram convertidos cerca de 1100 livros, principalmente em inglês, porém existem também obras em espanhol, italiano e francês.

O objetivo do trabalho realizado foi identificar as palavras mais comuns da língua inglesa e seu percentual de ocorrência.

Dos 1067 livros disponíveis no dia 29 de setembro de 1997, foram utilizados para o cálculo 1032 livros. Todos estes livros foram combinados em um único arquivo de 440MB de tamanho, contendo 6.615.271 palavras. Deste total foram extraídas 103.590 palavras diferentes, sendo que 78.332 delas ocorrem menos de dez vezes, ou seja, 75% das palavras aparecem com muito pouca frequência.

E o mais interessante, as 250 palavras mais frequentes são responsáveis por 57% do total das palavras. Desta forma, se você conhece estas 250 palavras você já conhece aproximadamente 60% de qualquer texto em inglês.

Juntando-se a estas palavras os cognatos, você tem que aproximadamente 80% do vocabulário de textos técnicos é facilmente identificável.

E ainda mais importante, as 1000 palavras mais comuns totalizam cerca de 99,25% de todas as palavras. Excelente, não?

Então, se você precisa do inglês no seu trabalho, pense em aprender a ler primeiro. Você vai atender à sua necessidade imediata ao mesmo tempo em que se capacita para seguir aprendendo o idioma inglês em sua totalidade. A leitura vai facilitar o aprendizado da fala, da escrita e da audição.

Com a relação das palavras mais comuns, eu publiquei no site AprendendoIngles um pequeno método para aprendizado do idioma, em que as palavras mais comuns são ilustradas com frases em inglês e sua tradução para o português. Este material encontra-se na seção eBooks

O programa que usei para realizar a contagem das palavras pode ser encontrado em http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20011102.php

Este trabalho deu origem a um livro, chamado As Palavras Mais Comuns da Língua Inglesa, publicado pela Editora Novatec. No site da editora, está disponível para download, o primeiro capítulo do livro, que explica a metodologia para aprender a ler em inglês.

Nos sites Aprendendo Inglês e IDPH estão disponíveis diversos recursos e artigos voltados para o auto-aprendizado da lingua inglesa.

Abaixo segue a lista das 250 palavras mais comuns, o percentual com que ocorrem e um resumo das estatísticas que mencionei acima.

Número de livros 1032
Tamanho do arquivo combinado 440MB
Data 29/09/97
Número total de palavras 6.615.271
Número total de palavras diferentes 103.590
Número de palavras que ocorrem menos de dez vezes 78.332
Número de ocorrências das 250 palavras mais comuns 3.781.615 (57%)
Número de ocorrências das 1000 palavras mais comuns 6.565.736 (99.25%)
Palavra Porc. Total Número de Ocorrências
the 7.846512 519068
of 4.460135 295050
and 3.653471 241687
to 2.556630 169128
in 1.815451 120097
was 1.161903 76863
that 1.112607 73602
his 1.079124 71387
he 1.033669 68380
it 0.872406 57712
with 0.772803 51123
as 0.737385 48780
by 0.707575 46808
for 0.666821 44112
is 0.663329 43881
had 0.622454 41177
but 0.576575 38142
which 0.538663 35634
on 0.520341 34422
be 0.506994 33539
at 0.504938 33403
not 0.499753 33060
they 0.499345 33033
from 0.494795 32732
were 0.474372 31381
their 0.472573 31262
this 0.449097 29709
or 0.400679 26506
have 0.384247 25419
you 0.380876 25196
her 0.376991 24939
who 0.363099 24020
all 0.361406 23908
him 0.359970 23813
an 0.338807 22413
so 0.326850 21622
are 0.297705 19694
one 0.293624 19424
she 0.263753 17448
my 0.257782 17053
them 0.254396 16829
we 0.251494 16637
been 0.250602 16578
no 0.242152 16019
me 0.236710 15659
if 0.235637 15588
said 0.234185 15492
there 0.229787 15201
when 0.223619 14793
would 0.221261 14637
more 0.212901 14084
will 0.181625 12015
some 0.174747 11560
what 0.173795 11497
into 0.172102 11385
has 0.167340 11070
could 0.158754 10502
than 0.158255 10469
out 0.156547 10356
then 0.153720 10169
up 0.153418 10149
its 0.150697 9969
man 0.147553 9761
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now 0.140281 9280
two 0.139133 9204
upon 0.139057 9199
these 0.137984 9128
after 0.136533 9032
footnote 0.135414 8958
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only 0.134855 8921
other 0.133676 8843
see 0.128007 8468
such 0.123321 8158
do 0.123245 8153
great 0.120932 8000
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any 0.120010 7939
your 0.118302 7826
about 0.114689 7587
made 0.113495 7508
our 0.112800 7462
well 0.112724 7457
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never 0.083579 5529
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still 0.080828 5347
while 0.080314 5313
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eyes 0.057534 3806
soon 0.056838 3760
went 0.055961 3702
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name 0.054858 3629
am 0.054344 3595
death 0.054147 3582
world 0.053361 3530
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mind 0.053104 3513
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work 0.046241 3059
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war 0.046075 3048
took 0.045939 3039
general 0.045622 3018
city 0.045607 3017
state 0.045259 2994
side 0.044821 2965
things 0.044684 2956
always 0.044533 2946
days 0.043838 2900
thus 0.043808 2898
face 0.043233 2860
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Fonte:  dicas-l

Onze passos para transformar-se em um programador de excelência

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Esta é uma lista de hábitos dos bons programadores. Perseguir estas características deve fazer com qualquer pessoa possa tornar-se um excelente programador.

1. O primeiro grande passo é apaixonar-se pela atividade. Todas as pessoas que atingem o grau da maestria no que fazem, são apaixonados por sua profissão.
2. Desenvolva sua inteligência. Não suporte nem mais um minuto de programas dominicais de auditório, muito menos desperdice seu tempo com reality shows. Veja filmes e músicas que desafiem seu intelecto, compreenda arte, entregue-se a bons livros, procure os editoriais e colunistas dos bons jornais diários.
3. Investigue todas as funcionalidades de seus editores. O melhor é saber usar um bom IDE e um bom editor simples, algo como dominar o NetBeans e o vi. Não despreze nenhum deles, cada um pode ser útil em distintas ocasiões.
4. Utilize algum sistema de controle de versões. Isso permitirá manter backups e avaliar a evolução das versões de suas criações. Se não desejar utilizar coisas como o Subversion, ao menos faça cópias dos diretórios com seus aplicativos em estados funcionais e torne estes diretórios imutáveis (utilize, no Linux, o comando chattr +i)
5. Raramente você será o primeiro a tratar certos problemas comuns. Não perca tempo escrevendo códigos para problemas que muita gente já deve ter resolvido. Estude os Design Patterns, consulte sítios como o DZone Snippets, Google Code ou Koders.
6. Divida para conquistar. Desenhe a arquitetura básica de seus projetos e divida-a em partes administráveis. Após a visão geral, veja os módulos, as classes que devem ser implementadas e faça uma de cada vez.
7. Tenha poucas e boas fontes. A Internet pode ser sua inimiga. Digamos que ao pesquisar sobre Ruby você encontre cerca de cinqüenta bons endereços na web e mais vinte e-books e arquivos em PDF. Imagine-se lendo tudo isso. Procure uma ou duas excelentes fontes, procure a referência oficial do assunto pesquisado e chega!
8. Ainda sobre o aprendizado: tenha gana de aprender. Melhor ainda: tenha gana de aprender por si mesmo. O auto-didata tende a reter melhor o conhecimento. Faça cursos para aprender o básico, ter visão generalista e comprovar conhecimento. Mas investigue os detalhes sozinho. Não se preocupe sobre não ter como comprovar todo o seu conhecimento com certificados citados em seu Curriculum. Todo bom programador tem um grande volume de conhecimento não formalizado e que os empregadores talvez nem compreendessem como se relacionam com sua atividade. E nem pense em esperar para aprender. “Quando eu entrar na faculdade ….” é uma frase proibida. A hora de começar foi há dez minutos.
9. Mais ainda: enquanto você não puder dizer que programa em meia dúzia de linguagens diferentes, não pense em si mesmo como um bom programador. Estude diversas tecnologias. Melhor ainda você ficará quando tiver bons conhecimentos em bancos de dados, redes, hardware, artes gráficas e pré-história da civilização oriental. Bem, talvez possamos deixar este último ítem de lado.
10. Controle o desencanto. A mente dos bons desenvolvedores está sempre à busca de novos desafios. Quando seu projeto estiver bem encaminhado, pode chegar aquela sensação de que isso é aborrecido, afinal há tanto o que pesquisar por aí. Controle-se. Mantenha o foco no seu projeto. Empenhe-se em mantê-lo pequeno e utilizável. Preferencialmente hoje!
11. Você ainda é um humano. Não se esqueça que você precisa comer, conversar (com humanos), dormir, transar, andar, fazer exercícios. Nada disso é perda de tempo. Estas atividades permitirão que você mantenha o “pique” para programar.

A inspiração deste post foram artigos publicados nos blogs XHTML-CSS e Inter-Sections.

Fonte: CidAndrade

As 7 táticas de marketing para influenciar pessoas que todos devem conhecer

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

O Doshdosh publicou um brilhante artigo sobre as 7 táticas utilizadas para influenciar pessoas nas propagandas. Este artigo é baseado naquele.As propagandas existem para isso mesmo: influenciar o pensamento e o comportamento das pessoas de acordo com o interesse do patrocinador destas propagandas. O segredo delas é o envolvimento emocional que elas tentam proporcionar a seu público-alvo. E aplicar estas técnicas é relativamente fácil.

Certamente não deve ser considerado correto utilizar estas táticas para enganar seus leitores com notícias inverídicas. Contudo elas podem ser utilizadas para melhorar o apelo das notícias para o seu público-alvo.

Conhecer estas táticas também é uma forma de pensar criticamente sobre campanhas e ficar menos suscetíveis a elas.

Os criadores de conteúdo na web (blogueiros, principalmente) podem utilizar-se destas técnicas para sobressairem-se na imensidão de informações que a internet proporciona.

As táticas são explanadas a seguir. O nome delas foram traduzidas livremente e eu recomendo a leitura do artigo original: “A arte da propaganda: 7 táticas comuns utilizadas para influenciar o comportamento
1. Associação negativa

É a ligação de uma pessoa ou idéia a um conceito negativo, ou melhor, um conceito sobre o qual a opinião geral é que seja inerentemente negativa. O objetivo é fazer as pessoas rejeitarem essa pessoa ou idéia sem maiores exames. É uma tática muito utilizada associada ao sarcasmo e ridicularização. Exemplo: “A empresa de software A tem praticado técnicas terroristas de marketing”.

2. Generalização brilhante

É o inverso da Associação Negativa. Utiliza-se de conceitos muito valorizados para atrair aprovação. Exemplo: “Enquanto isso o Software Livre nos guia a um mundo de Democracia e Liberdade”.

3. Transferência

É a técnica que busca transportar a autoridade e aprovação de algo respeita e reverenciado ao que o propangadista espera que você aceite. Imagine, por exemplo, o impacto de ilustrar uma campanha pelo Software Livre com a seguinte imagem

A Liberdade Guiando o Povo

A “Liberdade Guiando o Povo” é representativa da luta do povo contra a opressão das elites dominantes na Revolução Francesa e evoca esses sentimentos envolvidos neste período histórico.

4. Testemunho

Conceito semelhante à Transferência. Procura-se alavancar a experiência, autoridade e respeito de alguma pessoa para apoiar uma idéia. Algo como dizer que certa idéia está de acordo com os ideais de alguém como Ayrton Senna, Gandhi ou a Lady Di.

5. Pessoas comuns

Nesta técnica o propangadista coloca-se na mesma posição que a média de seu público-alvo , demonstrando a capacidade de compreender seu universo. Algo como “Eu também sou usuário deste tipo de programas de computador e sei o quanto você deseja …….”

6. O melhor lado da moeda

Esta é basicamente uma tática de manipulação. Enfatiza-se os argumentos a favor do lado que se deseja de determinada idéia e minimiza-se ou reprime-se os argumentos divergentes.

7. A maioria vence

A premissa desta técnica é sugerir que se todo mundo está de acordo com determinada idéia, você também deveria estar. Isso reforça a tendência humana de estar do lado do vencedor.

Obs: Imagem obtida no site “História do Mundo”

Fonte: Cid Andrade

+ site

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

http://jumpexec.uol.com.br/

Max Gehringer

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

http://degracaemaisgostoso.blogspot.com/2007/12/o-melhor-de-max-gehringer-na-cbn.html

ta aí algo que vale a pena…