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Impressões do RedHat Roadshow 2009

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Acabo de voltar do Roadshow 2009 da RedHat, como estou um pouco afastado de infra-estrutura fui pela linha de virtualização o que me deixou bastante contente com as soluções da RedHat e da comunidade.

Chegando no roadshow

A primeira apresentação foi da DELL que falou um pouco sobre os servidores 11G, muito bacana, mas não é o que  mais me interessava.

Pausa para um coffee break.

Em seguida o Cleber Rodrigues explicou de forma geral a diferença entre a venda de licenças e a subscrições do RedHat Enterprise Linux, que até então eu não tinha nem feito força para entender e acabei entendo e achando que para o ambiente corporativo realmente vale pagar a subscrição e que no fim ela é até barata se foi contratada no modo básico para pequenas empresas. Após isso o Cleber de uma introdução sobre Virtualização e Alta-disponibilidade que ele falaria a tarde.

O Muller do TRT4 falou sobre a experiência deles com as soluções da RedHat o que ajudou bastante principalmente sabendo que eles usavam ZIM e acabaram migrando para o Oracle.

Acho que todos foram surpreendidos com um almoço excelente oferecido a todos participantes deste evento gratuito da RedHat, para que vocês tenham idéia fui obrigado a tirar estas fotos:

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Essa era a vista que tive enquanto almoçava, na hora de voltar pro roadshow tive outra visão:

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A comida também estava excelente!

Voltando para o que interessa, o Cleber falou sobre virtualização e alta-disponibilidade de uma forma introdutória, o que me ajudou bastante já que esta era uma área que eu tinha interesse mas ainda não tive oportunidade de implementar.
Depois de outro Coffee Break  o Cleber falou sobre o serviço RHN e comentou sobre o SpaceWalk ( http://www.redhat.com/spacewalk/ ) que me encantaram, agora quero fazer um laboratório com virtualização e com o spacewalk.

Para quem está em dúvida sobre participar ou não do Roadmap, eu indico!

RedHat me surpreendeu… Microsoft nunca me pagou nem uma Coxinha do Katife!

Abs,

FernandoCosta

Certificações Top em Tecnologia para 2009

quinta-feira, 19 de março de 2009

“Escrevo aqui uma lista das certificações top em tecnologia para este ano de 2009. Os critérios para escolha foram baseados na relevância do mercado e popularidade discutidas no site About.com.

Como a lista foi baseada em um site internacional, não coloquei o salário estimado como eles fizeram, porque aqui no Brasil a realidade é outra e o salário é bem menor do que o praticado lá fora.

toptechcerts

CCIE: O CCIE sempre está no topo de listas como essas. Muito provavelmente porque somente 26% passam, o que pode ser considerada como a mais difícil de todas as certificações em TI.

CISA: Uma certificação para Auditores de Sistemas, que diferentemente das certificações de mercado com orientação a funcionalidade, que torna-se obsoleta com o tempo, a certificação CISA possui foco às melhores práticas e conhecimentos necessários à eficiência no processo de auditoria de sistemas.

CCSE: O CCSE é a certificação em Segurança mais avançada da CheckPoint. Um CCSE é capaz de, por exemplo, identificar riscos para uma rede, criar um diagrama de rede e definir uma política de segurança.

MCSD: Microsoft Certified Solution Developer (MCSD) é uma certificação para Microsoft .NET, onde desenvolvedores de primeira linha projetam e desenvolvem soluções empresariais com ferramentas de desenvolvimento, tecnologias e plataformas Microsoft e com o Microsoft .NET Framework.

PMP: É um rigoroso Programa de Certificação Profissional desenvolvido e mantido pelo PMI – Project Management Institute. É uma certificação que requer muita experiência e habilidades para obtê-la.

certificationachieveCISSP: Certificações em Segurança estão em alta. Pessoas com a CISSP (Certified Information Systems Security Professional) ganham bem e precisam fazer apenas um exame para tê-la. Obviamente, é preciso alguns anos de experiência.

RHCE: Red Hat Certified Engineer (RHCE) é um teste baseado em desempenho que mensura a competência em sistemas reais. A principal certificação em Linux do mercado, o RHCE comprova as habilidades de configurar os serviços de rede e segurança em sistemas rodando o Red Hat Enterprise Linux. São mais de 5 horas de testes “hands-on”.

SCJP 6.0: Caso tenha vontade de se tornar um programador profissional e se aprofundar nas tecnologias java, essa é a certificação que deve ser adquirida. Com o SCJP, o profissional tem a possibilidade de se desenvolver futuramente nas plataformas JSE, JEE e JME. Ele também pode usar o SCJP 6.0 para as certificações “Oracle Certified Solution Developer” e “Oracle Certified Enterprise Developer”.

CAPM: Criada para ser um intermediário até a obtenção da certificação PMP®, a CAPM é indicada para pessoas que procuram estabelecer e demonstrar uma base comum de conhecimento e termos no campo do gerenciamento de projetos.”

Fonte:  GotchaIT

Adiciona a esta lista três certificações:

- LPI (agora atualizada e com a nova versão 303 – só existe um no Brasil, o meu amigo Leonardo Neves )

- Zend PHP 5 Certification – esta “separa o jóio do trigo”

- Zend Framework Certification – esta certifica que além da sintaxe o programador PHP tem o mínimo de procupação com padrões de projetos e engenharia de software

Onze passos para transformar-se em um programador de excelência

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Esta é uma lista de hábitos dos bons programadores. Perseguir estas características deve fazer com qualquer pessoa possa tornar-se um excelente programador.

1. O primeiro grande passo é apaixonar-se pela atividade. Todas as pessoas que atingem o grau da maestria no que fazem, são apaixonados por sua profissão.
2. Desenvolva sua inteligência. Não suporte nem mais um minuto de programas dominicais de auditório, muito menos desperdice seu tempo com reality shows. Veja filmes e músicas que desafiem seu intelecto, compreenda arte, entregue-se a bons livros, procure os editoriais e colunistas dos bons jornais diários.
3. Investigue todas as funcionalidades de seus editores. O melhor é saber usar um bom IDE e um bom editor simples, algo como dominar o NetBeans e o vi. Não despreze nenhum deles, cada um pode ser útil em distintas ocasiões.
4. Utilize algum sistema de controle de versões. Isso permitirá manter backups e avaliar a evolução das versões de suas criações. Se não desejar utilizar coisas como o Subversion, ao menos faça cópias dos diretórios com seus aplicativos em estados funcionais e torne estes diretórios imutáveis (utilize, no Linux, o comando chattr +i)
5. Raramente você será o primeiro a tratar certos problemas comuns. Não perca tempo escrevendo códigos para problemas que muita gente já deve ter resolvido. Estude os Design Patterns, consulte sítios como o DZone Snippets, Google Code ou Koders.
6. Divida para conquistar. Desenhe a arquitetura básica de seus projetos e divida-a em partes administráveis. Após a visão geral, veja os módulos, as classes que devem ser implementadas e faça uma de cada vez.
7. Tenha poucas e boas fontes. A Internet pode ser sua inimiga. Digamos que ao pesquisar sobre Ruby você encontre cerca de cinqüenta bons endereços na web e mais vinte e-books e arquivos em PDF. Imagine-se lendo tudo isso. Procure uma ou duas excelentes fontes, procure a referência oficial do assunto pesquisado e chega!
8. Ainda sobre o aprendizado: tenha gana de aprender. Melhor ainda: tenha gana de aprender por si mesmo. O auto-didata tende a reter melhor o conhecimento. Faça cursos para aprender o básico, ter visão generalista e comprovar conhecimento. Mas investigue os detalhes sozinho. Não se preocupe sobre não ter como comprovar todo o seu conhecimento com certificados citados em seu Curriculum. Todo bom programador tem um grande volume de conhecimento não formalizado e que os empregadores talvez nem compreendessem como se relacionam com sua atividade. E nem pense em esperar para aprender. “Quando eu entrar na faculdade ….” é uma frase proibida. A hora de começar foi há dez minutos.
9. Mais ainda: enquanto você não puder dizer que programa em meia dúzia de linguagens diferentes, não pense em si mesmo como um bom programador. Estude diversas tecnologias. Melhor ainda você ficará quando tiver bons conhecimentos em bancos de dados, redes, hardware, artes gráficas e pré-história da civilização oriental. Bem, talvez possamos deixar este último ítem de lado.
10. Controle o desencanto. A mente dos bons desenvolvedores está sempre à busca de novos desafios. Quando seu projeto estiver bem encaminhado, pode chegar aquela sensação de que isso é aborrecido, afinal há tanto o que pesquisar por aí. Controle-se. Mantenha o foco no seu projeto. Empenhe-se em mantê-lo pequeno e utilizável. Preferencialmente hoje!
11. Você ainda é um humano. Não se esqueça que você precisa comer, conversar (com humanos), dormir, transar, andar, fazer exercícios. Nada disso é perda de tempo. Estas atividades permitirão que você mantenha o “pique” para programar.

A inspiração deste post foram artigos publicados nos blogs XHTML-CSS e Inter-Sections.

Fonte: CidAndrade

Testando o design de seu site ou aplicativo web em diferentes navegadores (browsers)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Se você faz um aplicativo ou sítio web, precisa verificar como seu trabalho é exibido em distintos navegadores. Afinal, cada um deles utiliza seu próprio método para renderizar os elementos que compõem as páginas web e o resultado pode ser bem diferente entre eles.

O Browsershots cria capturas de telas de determinado endereço web em diferentes navegadores. Você pode selecionar mais de trinta versões de navegadores em Linux, quatro no MacOS e mais de dez outras opções. Se desejar pode escolher também uma largura de tela pré-definida, assim como a profundidade de cor e se estão habilitados Java, Javascript e Flash. Recomendo consultar o Google Analytics ou o log de seu hospedeiro para conhecer as combinações de sistema operacional e navegador que mais consultam seu endereço (URL) para restringir sua seleção.

Ao solicitar este serviço, o endereço do sítio é enviado para uma fila de espera. As solicitações são atendidas por diversos computadores distribuídos. Cada um deles testará a página em um navegador e sistema operacional distinto. O resultado será capturado e enviado para o Browsershots para ser exibido pelo usuário.

Este processo pode levar mais de meia hora. Convém acompanhar o processo, pois pode ser necessário solicitar que o tempo do teste seja estendido.

Fonte: CidAndrade

Recuperação de dados no linux

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Hoje me pediram para restaurar dados apagados de uma partição FAT32, eu já havia feito isso no windows com um programa chamado Easy Recovery, como estava no linux(ubuntu) não tinha idéia de qual programa usar. Pesquisando achei as seguintes alternativas:

Trinity Rescue Kit – é uma distribuição linux com diversas ferramentas para recupedação de dados, achei um tutorial sobre ele no vivaolinux.com.br que vale a pena ser conferido:
http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=6917

TestDisk e Photorec -  é um pacote com uma ferramenta para testes e recuperação de partições de discos e cartões de memória flash(pendrive, cartões de máquinas fotográticas, etc.) – Funciona no Windows e no Linux!

Tutorial sobre o PhotoRec

Um artigo de recuperação de dados no ubuntu – vale a pena para recuperar partições ntfs

System Rescue CD – Outra distribuição com diversas ferramentas para recuperação de dados

Lista de recursos de validação de formulários em Javascript

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

O CSSGallery.info é um blog que aparenta ser relativamente novo, mas começou bem e com conteúdo que chama a atenção.

Recentemente foi publicada uma lista de recursos para validação de dados em formulários.

Não se pode esperar que os usuários digitem sempre dados válidos nos formulários. Desatenção, pressa e falta de experiência são algumas das razões que induzem os usuários a erros na digitação de dados. Que atire o primeiro mouse quem nunca passou por isso.

Quando a validação é realizada no lado do cliente (no navegador) reduz-se o consumo de banda e pode-se criar interfaces mais amigáveis. Entretanto não é possível ter total garantia de que dados incorretos podem ainda ser enviados. Problemas como Javascript não habilitado ou mesmo tentativas de burla deste tipo de validação não são de todo improváveis. Para evitar problemas recomenda-se também a validação no lado do servidor.

O artigo citado lista recursos como Form Validator, JSValidate e o plugin Validation para JQuery.

Além disto você também pode consultar estes links do Blinklist e este meu post anterior sobre validação de formulários.

Fonte: CidAndrade

Referência para Design Patterns

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

No macdonaldland está disponível um dos maiores achados deste ano. Já conversamos sobre Design Patterns em outro artigo e estão em gestação artigos discutindo cada um deles.

Pois foi divulgado este cartão de referência dos Design Patterns da Gang dos Quatro.

São duas páginas em PDF, JPG e mais formatos contendo 23 Design Patterns.

Em uma palavra: obrigatório!

Fonte:  http://blog.cidandrade.pro.br/

Google Charts API

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

 

Esta é uma API do Google para gerar gráficos ela é muito bacana, mas coloco a ressalva ao criar um sistema que dependa do Google para criar gráficos, de qualquer forma vale a pena a informação para que não pode perder muito tempo com gráficos e não se incomoda com a dependência externa.

 

Um exemplo de utilização:

Yellow line chart with x-axis labelled with March, April, May, June, and July and y-axis with 50Kb

http://chart.apis.google.com/chart?
chs=200x125
&chd=s:helloWorld
&cht=lc
&chxt=x,y
&chxl=0:|Mar|Apr|May|June|July|1:||50+Kb

Clique aqui para ir ao Google Charts API

Nos EUA, pizzaria recebe pedidos por SMS

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

 

A Pizza Hut desenvolveu um sistema que permite que os clientes façam seus pedidos pelo celular, o que acirrou a competição para vender mais pizzas usando, para isso, as últimas novidades do mundo tecnológico. A Yum Brands Inc apresentou, nesta semana, um novo serviço que possibilita os usuários a fazerem seus pedidos em qualquer um dos seus 6.200 canais via mensagem de texto ou acessando a internet pelo celular.

As grandes redes de “pizza delivery” americanas têm investido muito tempo e dinheiro nas ferramentas do celular acreditando que esse será um meio de alavancar as vendas num mercado tão competitivo como esse.

“Queremos disponibilizar o máximo de acessibilidade”, disse nesta quarta-feira, 16, o diretor de marketing digital da Pizza Hut, Bernard Acoca. “Temos um público alvo que está sempre antenado nas novidades tecnológicas. Eles usam o celular pra tudo… Queremos estar aonde nossos clientes estão.”

Em menos de 5 anos, a Pizza Hut pretende ganhar metade de sua renda de pedidos feitos via internet e celular, ele acrescentou. Apesar disso, a Pizza Hut não é a primeira empresa a aceitar pedidos feitos por celular, mas a base de Dallas afirma que o serviço oferecido pela companhia é o mais compreensível e abrangível.

Em setembro, a Dominos oferecerá a seus clientes a possibilidade de fazer pedidos via celular em metade dos seus 5.100 restaurantes.
“Estamos felizes que a Pissa Hut já dispõe esse serviço. É ótimo para o mercado”, disse o porta-voz da Papa Johns, Chris Sternberg.

Fonte: Reuters

Enviando SMS via Linha de Comando no Ubuntu

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Esta aí uma boa dica para quem quer automatizar a comunicação com os clientes/usuários, testei e funcionou perfeitamente:

Enviando SMS via Linha de Comando no Ubuntu – “Criei um pequeno tutorial de como enviar SMS usando linha de comando no Ubuntu.Isso pode ser de grande ajuda caso alguem use um sistema de monitoramento e queira ser avisado de erros em seu servidor.”

PS: Não é gratuito o envio de mensagens